Ter casos de doenças cardíacas na família é um alerta importante. O histórico genético aumenta o risco de desenvolver condições como infarto, hipertensão e arritmias, especialmente quando somado a hábitos de vida pouco saudáveis. No entanto, herança genética não é destino — e o acompanhamento preventivo pode fazer toda a diferença.
Quando existe histórico familiar de doenças cardiovasculares, é fundamental iniciar o acompanhamento cardiológico ainda na fase adulta, mesmo sem sintomas. Exames simples, como o eletrocardiograma, o ecocardiograma e os testes de esforço, ajudam a identificar alterações silenciosas antes que causem problemas.
Além disso, o estilo de vida é determinante. Alimentação equilibrada, controle do peso, prática regular de exercícios, sono adequado e abandono do tabagismo reduzem significativamente o impacto dos fatores genéticos. Monitorar periodicamente colesterol, glicose e pressão arterial também é essencial.
A prevenção deve ser contínua e personalizada. Quem tem histórico familiar precisa redobrar a atenção, mas, com acompanhamento médico e escolhas conscientes, é possível viver com saúde e qualidade por muitos anos.
Histórico familiar não precisa ser sinônimo de preocupação constante. Faça um check-up com o Dr. Gustavo Pretto e conheça seu perfil de risco cardiovascular.